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Tuesday, September 14, 2010

Sem pátria? Será?



De onde sou? Essa é a pergunta que me faço em muitos momentos há algum tempo.
São tantos anos já fora do Brasil que ás vezes me pego refletindo, quando alguém me pergunta: "De donde eres?"

Antes, falava logo: "de Brasil" ou " Soy brasileña", toda serelepe....porque aqui no México eles adoram os brasileiros. Mas é estranho como mudamos quando o tempo passa e a vida dá tantas voltas.


Os filhos, só conhecem o Brasil á passeio, nasceram na Califórnia e agora vivem no México, marido brasileiro mas com mentalidade completamente americanizada (esta fora do Brasil há 25 anos), e eu... nasci na França, morei no Brasil desde os 7 aos 25, morei 8 anos na California e moro a 9 em Cancun, e claro..... aproveitando cada gota da enorme oportunidade que me foi oferecida de morar em outros países e perdida entre tantas culturas.

Estou em uma etapa da minha vida que quero ser cidadã de algum país e sinto que o Brasil já não está mais nos nossos planos. O tenho no meu coração por tantas maravilhosas lembranças e experiências vividas nele, mas e agora? 17 anos depois?

É engraçado como a distancia e o tempo mudam muito as nossas perspectivas, passei a admirar muito os E.U. depois que morei e tive 2 filhos la. Esse sentimento ficou ainda mais forte depois que vim morar no México, é aquele velho cliché ....muitas vezes só valorizamos (ou valorizamos ainda MAIS, que é o meu caso),  quando perdemos.

Sei que estou de passagem por aqui (Cancun), por isso também não me sinto mexicana. Então! Estou sem pátria. De onde sou?
O sentimento se intensificou quando filhos começaram a frequentar escola. Quando me deparava com fatos como: nao serem aceitos na equipe de futebol local , ou por nao comemorarmos certos datas importantes aqui por falta de identificacao, ou na hora que filho reclamava de nao se sentir parte de um grupo na hora de cantar o hino e jurar bandeira na escola..etc..
Sao em momentos assim que o sentimento toma mais conta!!

Desculpe esse post meio sem pé nem cabeça...Nao me leve a mal, sou extremamente agradecida por tudo, afinal nao falaria 4 idiomas se nao fosse todas essas oportunidades.
Tenho recebido tanto carinho aqui no meu cantinho que tomei um pouco a liberdade para um pequeno desabafo.
Assim que puder, entrarei em detalhes um pouco mais pessoais sobre esse assunto. Ontem lendo o post da Nani do "Moments and Thoughts" , me peguei refletindo e invejando suspirando enquanto lia,( desculpe Nani, por deixar você curiosa..rsrs).

Estamos passando por uma fase de transição e prometo escrever sobre isso assim que for possível.

Beijocas muito queridas.
Tati.





32 comments:

  1. Imagina Tati. Eu nao quis "pressionar" nao. Eu soh fiquei curiosa mesmo porque gosto de saber da historia (jornada) de expatriados. Take your time. Adorei este post. Saber um pouco da sua tragetoria. Beijoss

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  2. Oi Tati querida,
    Não posso dizer que sei o que está sentindo por que não sei. Nunca saí do Brasil. Nasci e fui criada no Rio e, apesar de não me sentir uma carioca típica, não teria outra coisa para preencher em fichas. Esta coisa de nacionalidade e naturalidade não são questões que me fazem pensar na resposta. Saem automáticas. Senti algo parecido sobre religião e também sobre profissão. Por que sou veterinária, mas não cuido de cachorro. Sou de Saúde Pública. Isso é meio confuso. Na Saúde Pública me acham vet demais e na veterinária eu já não me encaixo... É estranho. Dá uma sensação de não pertencimento... Pode ser isso? Não sei.
    São questões que serão difíceis de se responder. Você é de todos esses lugares e de nenhum deles apenas. Você é uma mulher do mundo!!! Isso é lindo!
    Como está filho de 15? Fiquei muito preocupada. Espero que esteja melhor. Beijos.

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  3. Faz 3 anos que moro na Irlanda e já me sinto com o pé aqui, imagina vc que já está a tanto tempo fora....

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  4. Meu filho de 9 anos vai para Cancun com meus pais agora em Outubro...
    Ela só fala nessa vigem...
    Pena que não vou, assim já seria uma forma de te conhecer pessoalmente...
    felicidades

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  5. É difícil de dizer pra quem não tem a mesma história que vc. Mas acho que vc carrega um pouco de cada lugar. Um pouco da França aonde nasceu e passou a infância, outro tanto do Brasil aonde passou aquela época que nunca esquecemos (dos 7 aos 25) e dos EUA que vc parece ter grande identificação. Não deve se culpar por isso...Se os outros sabem bem definir a nacionalidade, vc é diferente e pronto! Bjos!

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  6. Quem sou eu?

    Brasileira na certidão
    Italiana na expressão
    Francesa no som do nome
    Australiana no jeito aventureiro de ser....

    Eu sou um milk-shake de culturas...Eu acredito que assim que o tempo passa,a gente vai pegando os maneirismos de cada lugar em que vivemos.Eu sou a favor, contanto que a gente só pegue o que seja bom.

    Como vc, me acho tb sem pátria.Eu não moro nos EUA, eu estou nos EUA e eu sei que qualquer dia isso pode mudar e eu vou abraçar essa aventura sim :)!

    Bjos!
    saudades de vc

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  7. Querida Nani, nao pressionou não,imagina... eu ja tinha esse post pronto ha muito tempo,faltava o empurrãozinho pra colocar..rsrs.
    Com certeza ainda farei outros com mais detalhes!!



    Tati querida!
    Pois e...acho que esse sentimento pode ser sentido de varias maneiras, e você deve ter sentido algo parecido através da religião e da sua profissão.Acredito que a sensação seja parecida!
    Filho esta de repouso,parece que sao 2 meses assim, mas parece melhor,obrigada pela preocupação querida!!!



    É complicado mesmo Ka!!!A gente vai se adaptando e muitas vezes gostando dessa adaptação.



    O burro que chora:
    Que pena mesmo que você não vem também, qualquer duvida é só perguntar!! Tenho certeza que eles vão amar!!


    Mãe 24 hrs:
    Não me culpo não, só preciso começar a me sentir cidadã de algum pais, e sinto que esse momento esta chegando..rsrs...depois conto mais detalhes!!!Obrigada pela força!!



    hahaha...milkshake de culturas..adorei Gi!!!!

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  8. Não achei que o post fosse sem pé nem cabeca, mas muito interessante saber a sua história.
    Esse sentimento ainda não me persegue, mesmo tendo morado dois anos na Dinamarca e dois anos na Suécia. Me sinto ainda muito brasileira,embora o meu pais não me dê muito orgulho, mas ele é parte do que sou.
    Você ainda vai achar a sua nacionalidade, tenho certeza!

    Bjs

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  9. Não posso imaginar como se sente uma pessoa como você, porque nasci aqui no Rio de Janeiro - Brasil e mal saio da minha cidade... rs... Então acho que minha pátria é essa mesmo até porque minha vida está toda montadinha aqui!

    Mas te digo que tenho alma francesa... eheheh

    Beijocas

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  10. Tatiii, me conta isso direito, amiga.
    imagino como é dificil, as vezes, viver nessa transição, né?
    Apesar disso, acho q vale muito por tua bagagem. Procure olhar o lado bom. Sempre tá?

    E vais mudar pra onde, daí do mexico?
    E por conta do trabalho do marido?

    Vai me visitar e me conta ta? Desabafa lá q vou adorar te ouvir.
    Olha deixei um selo lindo pra vc no meu blog!

    Beijão

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  11. Oi Tati,
    Desculpe-me pela demora de vir!
    Muito obrigada pelo comenntário e não se preocupe, adoro longos comentários...

    Sim temos excessões, mas na maioria somos excluidos de muita coisa, falo isso porque tinha um bom emprego e minha filha estuda em escola particular,, hoje a realidade mudou e senti na pele o reflexo. Talvez pessoas no qual nunca teve nada, quando recebe fica muito grata, mas isso é auxilio e não convivência propriamente dita e é da convivência que me refiro...

    Então, primeiro, vc é muito linda! É uma francesa então?? Oui, je parle france (un peu), pois estamos num processo de pedido imigração para o Quebéc e tive que estudar!

    Suas indagações são normais, já que nasceu em um país, morrou em vários, normal porque a convivência faz a gente gostar daquilo que estamos vivendo... Super normal, vc não está deixando suas origens, simplesmente vivendo e amando o que a vida lhe ofereceu!

    Eu falo demais...
    Um grande beijo e fique com DEUS.
    Boa semana para vc e sua família!

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  12. desculpe a invasão ao seu blog.
    Mas vi o link em um outro blog e o assunto me interessou.
    Tb moro fora do Brasil (no Japão) e entendo perfeitamente tudo o que vc disse.

    é complicado!
    bjs bom dia

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  13. Obrigada Debbie!!

    Hummm Dama,....alma francesa...entendo bem isso, tenho uma amiga que sente exatamente o mesmo!!!


    Querida Mi, sou super otimista e agradecida por isso,pode ter certeza,essas indagações existem por querer me sentir como cidada depois de tantos anos sem um pais. Mas graças a Deus, acho que isso esta mudando e em breve me sentirei parte de um(país)!!!
    Obrigada querida pela força e irei ja ja te visitar!!!


    Andrea querida, como voce captou bem o que estou sentindo...te desejo toda a sorte do mundo no seu processo!!!



    Seja super bem vindo Alex, nunca sera uma invasão, mas um prazer enorme recebe-lo!!!

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  14. Oi Tati, vim retribuir a visita e nao houve melhor post pra comecar a ler aqui no seu cantinho do que esse!

    Adorei saber do seu "background" e te entendo bem quando diz que nao sabe da onde mais eh.

    Eu ja estou morando fora do Brasil vai fazer 18 anos em Dezembro e nao me sinto mais "em casa" la, sabe?

    Passei 11 anos sem visitar o Brasil e quando fui novamente ano passado, amei rever meus amigos, a cidade onde cresci, foi completamente nostalgico, me diverti ate ficar exausta, mas no final, nao me sentia mais em casa.

    Meu lar eh aqui, eh onde sinto que pertenco. Meu marido eh daqui, tenho minha familia tb morando pertinho de mim, entao, nao tenho pro que voltar la no Brasil.

    Engracado como eh isso, nao? bjinhos, Lu

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  15. Eu te acho tão brasileira... tão daqui... tão de casa. Esse teu jeito serelepe de ser rs. Dos E.U. eu tenho certeza que você não é. Você é nossa PONTO

    BeijoZzz em verde e amarelo.

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  16. Oi Tatiana,
    Sinta-se em casa no meu blog. Não tenho a ferramenta "gadget de seguidores", mas fique a vontade para seguir-me. Eu vou adicionar vc nos meus favoritos.

    Eu estou em uma fase que não sinto pertencente a nada, nem Brasil nem Suécia...não gosto desse sentimento...esse sentimento precisa mudar!!!

    Beijos carinhosos
    Luciana

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  17. Tati, adorei o seu post e sei exatamente como vc sente. Eu tambem já estou fora do Brasil ha quase 22 anos. Adoro meu pais mas...já nao me sinto em casa quando vou de férias. Absorvi muito a cultura sueca, e gosto muito de como vivemos aqui. Posso imaginas ainda mais vc que já esteve em mais paises e viveu outras culturas. No final nao da mesmo pra saber de onde vc seja.
    No entanto lhe digo...viva intensamente todas as culturas pois aprendemos muito com elas, e por serem diferentes, é ainda mais pitoresco. Bjoka

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  18. Pois é Lucia, assim que eu me sinto, ja quase nao tenho laços no Brasil, tirando alguns amigos e tias.
    Seja super bem vinda aqui no meu cantinho!!!


    Hahahahaa....Va....adoreeeei, obrigada querida!!!


    Eu tambem Lu, mas estou em um processo longo que parece estar chegando ao fim e acho que com isso finalmente começarei a me sentir de algum país!!!
    Super obrigada pela visita e seja super bem vinda!!!


    Caramba Celia...ha 22 anos??? Bem mais que eu, você está certíssima, a gente começa absorver as culturas que convivemos e quando menos esperamos estamos pensando de maneira diferente ao que pensávamos anos atrás.

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  19. Tati querida,

    Tenho uma amiga de infância que conheci assim que ela chegou da Bahia, aos 7 anos, para morar no Rio. Uns quatro ou cinco anos depois perdeu a mãe e lá se foi para São Francisco, morar com o pai. Aos 16 foi estudar em Barcelona e de lá foi trabalhar em Portugal. Hoje mora em Sidney. Durante anos só nos víamos uma vez por ano, no verão, mas de alguns anos para cá passamos a nos falar pelo menos duas ou três vezez por mês. Ela sempre se considerou carioca e planeja voltar a morar aqui no ano que vem. Mas outro dia me disse uma coisa muito engraçada; "Sou e serei carioca esteja onde estiver, exceto quando vou ao salão me depilar"... rsrsrs... Ela disse que isso a faz se lembrar com saudades da infância em Salvador, quando seus pais ainda viviam juntos e moravam no segundo andar de um prédio em cujo térreo funcionava o salão de beleza de sua avô. E o som que marcou esse tempo tão feliz para ela foi o das mulheres gemendo e gritando durante a depilação com cera quente!... rsrsrs

    Esse sentimento de nacionalidade é muito relativo, varia de pessoa para pessoa, ao sabor do tempo e e da intensidade das vivências. Quanto a você, sinta-se à vontade para ser americana, mexicana, sueca, tailandesa... Só não recomendo que se sinta iraniana, pois acho que você não se conformaria em andar enfiada numa burka... Nem eu se soubesse que estavam querendo te apedrejar por causa disso!... rsrsrs... Também não ouse repetir que quase não tem mais laços no Brasil, senão vou organizar uma caravana de tatimaníacos tupiniquins pra ir a Cancun laçar-te devidamnte!

    Beijão

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  20. hahahahahahahaha...ja estava com saudades dos teus comentários minha Anga!!!!
    Pode vir laçar sim, vou adoraaar!!!!
    Beijocas!!!

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  21. Tati sei exatamente como se sente! tenho também receio por que minha identidade não é muito clara para mim. E isso pesa! A pergunta: Quem sou eu? Ressoa dentro de mim! Nasci no Brasil, filha de mae brasileira e pai frances. Tenho nome da minha avó francesa, no Brasil nunca me senti brasileir. Nunca morei mas minhas férias desde pequena eram na França. Moro em Uk por 8 anos, aqui nunca fui vista como francesa! Sou casada com um inglês que não se sente muito Britânico também. ( Ele tem crise de identidade achando que é Italiano, rs) Quando algúem me pergunta qual a minha nacionalidade digo que sou cidadã do mundo, um pouco vago eu sei, mas que expressa o que eu sinto e ou o que tem se repetido na minha história de vida! Mas que no fundo eu gostaria de ter isto claro na minha cabeça, ah isso eu gostaria!! Bjinhos- Monique

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  22. Oi Tati, li com muita calma o seu texto e fiquei pensando:

    Porque temos a mania de querer burocratizar tudo? Na verdade, poderíamos tentar viver intensamente cada experiência que a vida nos proporciona em cada país e não pensar muito nesse lance burocrático de definir de onde somos e coisa e tal.

    Mas, entendo perfeitamente o que quis dizer. Antes eu ficava meio grilada com esse lance de identidade, mas hoje não penso nisso e vou vivendo.

    Afinal, por mais que você viva em 30 países, nunca deixará de ser você TATI na sua essência. E é isso o que interessa!

    Um beijo!!!!!

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  23. Uma vez eu li uma frase que nunca mais esqueci: uma vez fora de seu país, nunca mais vc pertence a lugar nenhum.
    A pergunta tb é: o que é pátria para vc.
    Para mim, é o lugar onde estou, onde me sinto bem, sou respeitada e de onde tiro o meu sustento.

    Bjs!

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  24. Monique querida!
    Comecei a me sentir ainda mais perdida quando filhos entraram aqui na escola do Mexiso, jurando bandeira, aprendendo historia do Mexico, com nomes estranhissimos....
    Voce tem uma trajetoria parecida, tenho certeza que chegara um momento que nos identificaremos com algum lugar,voce vai ver, no fundo sempre temos um lugar que fala mais alto dentro de nos,nao?
    Bjs.

    Oi Flavia querida!!
    Pois e...mas como eu disse pra Monique, as coisas mudam depois que filhos começam a frequentar escola.
    Em pequenas coisas, tipo, nao poder entrar na equipe de futebol nacional, nao entender nada das comemoraocoes, jurar uma bandeira que voce nao se identifica, uiii...e outros tantos detalhes que nos sentimos como "outsiders"!!
    Mas nao estou reclamando nao,é so um desabafo mesmo,aaaamo essas oportunidades que recebi e quero é maaais..rsr.
    Sou grata demais,afinal falo 4 idiomas graças a isso!!!!
    Obrigada querida pelo apoio!!
    Bjs.

    Aiiii...que horror Eve..rsrs...espero que naaao!!!
    Acho que nao, porque sai da França,que foi meu primeiro pais e fui pro Brasil, la me senti em casa,tenho muitas coisas do Brasil dentro de mim, muito mais que da França,e agora os E.U ganharam um lugar muito especial no meu coração,acho que vamos absorvendo habitos de outas culturas que nos identificamos!!
    Beijocas!!

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  25. Olá, Tatiana! Venha ler em meu blog o que eu criei nas asas da poesia e com os pés na razão. Atualmente estou com o texto “O Quinto Sinal Vital”. Considerando que sua pressão, o seu pulso, a sua respiração e sua temperatura são os quatro sinais vitais, você sabe qual é o seu quinto sinal vital? Confira. [sorrio].

    “Entre o sonho e a realidade eu prefiro a realidade que me permita sonhar” (Jefhcardoso)

    http://jefhcardoso.blogspot.com

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  26. Oi Tati,
    Sua questão é muito pertinente, não vejo que seja sem pé nem cabeça. Imagino que estas angustias as vezes batem apertado ai dentro. Vai chegar a hora que vai se encontrar neste sentido. O mais importante agora é o que escreveu, sabe tirar proveito de todas estas culturas ja vivenciadas e tem aprendido muito com isso. Mostra ser uma mulher feliz e isto já basta.

    Espero que seu filho esteja bem melhor.

    Abraço apertado.

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  27. É isso aí!!!Obrigada minha querida Fran!!!

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  28. que blog bom! da pra ler um monte no trabalho quando nao quero ficar olhando pra powerpoint mais.

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  29. Oi Tati!
    como eu posso dizer.. te admiro muito, essa tua coragem de enfrentar novos lugares e não "só" lugares, mas países com culturas tão diferentes entre si..
    Até mesmo eu que nunca morei fora já pensei nisso.. "a qual lugar pertenço?"
    Porqu a terra que nascemos sempre estará em nosso coração, mas às vezes gostamos tanto de outra que queremos fazer parte dela tb...
    E acho que vc já escolheu a sua pátria(desculpe-me o atrevimento)mas eu acho que o fato de seus filhos terem nascido no EUA pesa muito e quem sabe um dia vcs voltam pra lá...

    Nós tb tivemos esse dilema... amamos nosso estado, temos orgulho em ser gaúchos (sim, o povo fica na praça, na rua, e até no aeroporto com cuia e térmica tomando chimarrão! É muito gostoso de ver... e não é só lá no RS não! Quando estávamos no MT todo mundo percebia que nosso sotaque não era de lá e se tivesse alguém do sul então.. parecia que era amigo de infancia! Até aqui no PR o pessoal adora encontrar alguém dos pampas.. um dia no estacionamento do supermercado um senhor veio falar conosco porque viu o adesivo da bandeira do RS no nosso carro.. estava todo feliz!)Agora temos 2 bandeiras a do RS e a do PR..
    Mas enfim.. acabei falando demais...
    A nossa pátria não é necessariamente 1 e a que nascemos mas o que nos identificamos e aprendemos a amar...
    Tati não tem UMA pátria mas várias! Parabéns por sua coragem! Conheço pessoas que têm medo de sair da própia cidade e vc não só saiu da sua, como tb do pais!

    Querida, estou adorando te conhecer.. vc é um doce de pessoa.. obrigada por seu comentários.. adoro eles!
    Bjos

    *como está o seu filho?? Já veio o resultado?

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  30. Tati
    Muitas vezes me sinto assim...nunca serei americana, mas ja nao sou mais do Brasil!
    Beijos

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  31. Imagino o seu dilema! Mas, na verdade, Pátria é antes de mais nada aquela que realmente toca o seu coração, mesmo que você não viva ou não tenha nascido lá.
    Beijos

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  32. Cintia:
    Obrigada e estarei aqui te esperando!!!Bjs.

    Ka:
    Que comentario mais carinhoso,te respondi la no teu cantinho!!Bjs.

    Le:
    Tem horas que é fogo,ne? Mas acho que chega uma hora que descobrimos o nosso pais, independente de ser onde nascemos ou vivemos, como disse a Sandra ai acima!!Bjs

    Sandra:
    Concordo plenamente!!!Aquele que toca o seu coração!Vou la te visitar!!!Bjs.

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As respostas dos comentários, sempre foram uma dúvida para mim. Onde responder?
Decidi não responder mais cada comentário feito aqui no blog como fazia antes, a menos que seja uma pergunta direta onde a resposta acrescente aos leitores.
Sobra mais tempo para as visitas.
Prefiro ler o seu post e comentar só no teu blog.
Super obrigada pela visita!!!!
Beijocas!!!
Tati.

Achei fofo esse sticker e resolvi colocar...rs!Meu orgulho!

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